quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Kiss: confira 1º show no Brasil


Os maquiados do KISS iniciaram sua visita ao Brasil nesta quarta-feira do dia 14 de novembro, em Porto Alegre/RS.
O evento foi agendado no Gigantinho, ginásio com capacidade para aproximadamente 14 mil pessoas. Dificil falar se todos os ingressos foram vendidos. Eram perceptíveis algumas lacunas em parte das arquibancadas e cadeiras. Mas, com pouco tempo de divulgação, o KISS prova mais uma vez que é uma das bandas recordistas em venda de ingressos.

Já com atraso na abertura da noite, os gaúchos do ROSA TATOOADA fizeram boa apresentação e agradaram sua terra natal na comemoração de 24 anos de carreira. Fato curioso é que, nos agradecimentos , eles mandaram algumas mensagens em inglês para a equipe e integrantes do KISS. Com inteligência, o vocalista Jacques Maciel levou o público ao delírio ao apontar para cima e gritar em alto som "Thank you Eric Carr!" - baterista do KISS que faleceu com 41 anos por conta de um tipo raro de câncer no coração.

Atrasos recompensados

A apresentação que deveria começar às 21 horas só teve início às 23. Boatos justificam a demora por causa da alfândega brasileira, que teria interceptado parte do equipamento da banda. Ao anunciar o atraso no microfone, foram raras as vozes que não se juntaram à vaia que ecoou dentro do ginásio. Entretanto, a apresentação que veio a seguir compensou as 2 horas de inquietudes e reclamações, apagando da memória dos fãs que algo na noite tinha sido imperfeito.

Fogos e mais fogos

Compreende-se porque os ingressos são caros para os shows do KISS. É dificil encontrar uma banda que use equipamento equivalente. O grupo não poupa em ter recursos no palco e a quantidade de efeitos impressiona. Logo após a famosa abertura "You wanted the best, you got the best!", a cortina com o logotipo gigante vai ao chão e revela toda a banda - inclusive a bateria - suspensa em uma plataforma, descendo lentamente até atingir o palco para "Detroit Rock City". 
Faíscas, bombas, fogos, chamas. Todo tipo de pirotecnia imaginável estava lá. Incluindo pirofagia... O baixista e vocalista Gene Simmons deleitou o público ao cuspir fogo de uma espada logo após a execução de "Hotter Then Hell". O guitarrista e vocalista Paul Stanley menteve-se atencioso à audiência, conversando com os brasileiros em quase todas as trocas de músicas, falando sobre as canções e os álbuns. O mais recente, Monster, teve poucos representantes. O mais ovacionado deles foi "Hell or Hallelujah". 


Na excução dos solos de guitarra e bateria por Tommy Thayer e Eric Singer, até mesmo uma bazuca foi utilizada. Um show indescritível e que todo ser humano merece a oportunidade de assistir. Clássico atrás de clássico de uma das bandas mais antigas da história do rock n' roll. O fechamento foi - e não poderia ser com outra - "Rock and Roll All Nite", em meio a chuva de papel picado e a evidência máxima de que o KISS realmente é "the hottest band in the world!" [a banda mais quente do mundo]

Setlist

Detroit Rock City 
Shout It Out Loud 
Calling Dr. Love 
Hell or Hallelujah 
Wall of Sound 
Hotter Than Hell 
I Love It Loud 
Outta This World 
Guitar & Drum Solo 
Bass Solo 
God of Thunder 
Psycho Circus 
War Machine 
Love Gun 
Black Diamond 

Bis:
Lick It Up 
I Was Made for Lovin' You 
Rock and Roll All Nite 

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